05 Setembro 2009

Grandes livros para download (todos os links funcionando)

PESSOAL, CASO ALGUM LINK ESTEJA QUEBRADO, POR FAVOR DEIXE UM COMENTÁRIO. Valeu!


A Era das Revoluções
Eric Hobsbawn

Nesta obra, o autor discorre acerca de duas revoluções - a Francesa e a Industrial (inglesa). Aborda também as transformações ocorridas em grande parte do mundo, a partir de uma 'base européia' ou 'franco-britânica'. Sua narrativa trata, na primeira parte, dos principais desenvolvimentos históricos do período em questão. Na segunda, esboça o tipo de sociedade produzida pelas 'revoluções'. Aponta, ainda, o surgimento de termos utilizados como industrial, classe média, nacionalismo, cientista, utilitário etc. Das imagens pode-se apreender a cultura cotidiana do período - transporte, vestimenta, armas, alimentação, trabalho, arquitetura, personagens famosos da época, entre outros.
Clique aqui para fazer o download


A Era do Capital
Eric Hobsbawn

O livro discorre sobre o pe
ríodo entre a "Primavera dos Povos", em 1848, à "Grande Depressão", que teve início nos anos de 1870. É a história do triunfo global do capitalismo e de uma sociedade que acreditava encontrar o sucesso na livre iniciativa privada e na criação de um mundo de distribuição plena do material, da moral e do conhecimento. Surgia assim a sociedade de massas, impulsionada pela noção de "progresso". Como resultado, obteve-se de um lado o avanço maciço da economia do capitalismo industrial, da razão, da ciência e do progresso; de outro, operações militares cuja superioridade organizacional e tecnológica não tinham precedentes na História. As contradições que marcaram o período deram origem à modernidade do século XX. Este livro possibilita uma análise comparativa entre o liberalismo do passado e o neoliberalismo do presente. As imagens que o ilustram permitem ainda compreender os momentos históricos com base em outras fontes documentais.


A Era dos Extremos
Eric Hobsbawn

"Era dos Extremos" (Companhia das Letras) é o clássico ensaio histórico do intelectual inglês Eric Hobsbawm sobre o século 20. Hobsbawm examina os acontecimentos, ações e decisões que moldaram o século, assim como seu legado de questões e impasses. Sua tese é de que o século teve início com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, em 1914, e terminou com a derrocada da União Soviética, em 1991. Para ele, são três grandes eras: a da "catástrofe (de 1914 a 1948), marcada pelas duas grandes guerras, pelo surgimento dos fascismos e da URSS como alternativa ao capitalismo; a "era dourada" (de 1949 a 1973), com uma paz congelada na qual floresceu o capitalismo e se deu uma extraordinária expansão econômica e profundas transformações sociais; e, por fim, a fase do "desmoronamento" (1970-1991), na qual caíram por terra os sistemas institucionais que limitam o barbarismo humano, dando lugar à brutalização da política e à irresponsabilidade teórica da ortodoxia econômica, abrindo as portas para um mundo incerto.


A Casa dos Budas Ditosos: Luxúria
João Ubaldo Ribeiro

Depois da gula (Luis Fernando Verissimo), da ira (por José Roberto Torero) e da inveja (por Zuenir Ventura), chega agora a vez de João Ubaldo escrever sobre a luxúria na coleção Plenos Pecados. O livro traz a história de CLB, uma mulher de 68 anos, nascida na Bahia e residente no Rio de Janeiro, que jamais se furtou a viver - com todo o prazer e sem respingos de culpa - as infinitas possibilidades do sexo. Seriam as memórias desta senhora devassa e libertina um relato verídico? Ou tudo não passa de uma brincadeira do autor? Nunca saberemos. Importa é que ninguém conseguirá ficar indiferente à franqueza rara deste relato e a seu humor corrosivo.


Ensaio Sobre a Cegueira
José Saramago

Um motorista parado no sinal se descobre subitamente cego. É o primeiro caso de uma "treva branca" que logo se espalha incontrolavelmente. Resguardados em quarentena, os cegos se perceberão reduzidos à essência humana, numa verdadeira viagem às trevas.
O "Ensaio Sobre a Cegueira" é a fantasia de um autor que nos faz lembrar "a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam". José Saramago nos dá, aqui, uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio, impondo-se à companhia dos maiores visionários modernos, como Franz Kafka e Elias Canetti. Cada leitor viverá uma experiência imaginativa única. Num ponto onde se cruzam literatura e sabedoria, José Saramago nos obriga a parar, fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu: ´uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos´.


O Mundo de Sofia
Jostein Gaarder

Às vésperas de seu aniversário de quinze anos, Sofia Amundsen começa a receber bilhetes e cartões postais bastante estranhos. Os bilhetes são anônimos e perguntam a Sofia quem é ela e de onde vem o mundo em que vivemos. Os postais foram mandados do Líbano, por um major desconhecido, para uma tal de Hilde Knag, jovem que Sofia igualmente desconhece.
O mistério dos bilhetes e dos postais é o ponto de partida deste fascinante romance, que vem conquistando milhões de leitores em todos os países em que foi lançado. De capítulo em capítulo, de "lição" em "lição", o leitor é convidado a trilhar toda a história da filosofia ocidental - dos pré-socráticos aos pós-modernos -, ao mesmo tempo em que se vê envolvido por um intrigante thriller que toma um rumo muito surpreendente.


O Capital
Karl Marx

Sinopse: O Capital trata-se, certamente, da obra mais importante do grande pensador, a cuja redação ele dedicou a maior parte de sua vida. É neste livro que, com plena maturidade intelectual, Marx aprofunda e sistematiza a brilhante análise crítica, já presente no Manifesto, das formas de sociabilidade que caracterizam o mundo moderno. O Capital não é simplesmente um livro de economia. Graças ao emprego do método dialético, que privilegia o ponto de vista da totalidade, a obra tem como objeto a reconstrução das principais determinações da vida social global dos homens. Quando, numa carta a Engels, Marx chamou o seu livro de "um todo artístico", não fazia com isso uma simples metáfora: buscava indicar o princípio metodológico que orienta seu trabalho e que lhe possibilita atingir aquela profunda unidade sistemática de conceitos que reproduz, no plano do pensamento, a unidade do próprio ser social na riqueza explicitada e concreta de todas as suas determinações. Por isso, os conceitos que Marx elabora em O Capital - mercadoria, capital, mais-valia, lucro e juro, renda fundiária, reprodução simples e ampliada, etc. - não são simples enunciados de "fatos" econômicos: são categorias que expressam relações sociais histórico-concretas, o modo pelo qual - numa determinada etapa de sua evolução - os homens dominam a natureza e criam novas e cada vez mais complexas formas de sociabilidade. A "crítica" anunciada por Marx tem por objetivo dissolver dialeticamente a pretensa autonomia dos "fatos" econômicos na totalidade social onde ganham seu verdadeiro sentido. Para ele, o capital não é uma "coisa", um "fetiche", um "fato natural", mas é uma relação histórico-social entre os homens. Para demonstrar isso, Marx examina a dinâmica do capital, sua gênese histórica e suas contradições imanentes, o que lhe permite enunciar a possibilidade concreta de que o modo de produção capitalista venha a ser superado por novas e mais ricas formas de sociabilidade, ís quais deu o nome de "socialismo" ou "comunismo". O Capital continua a fornecer o mais eficiente instrumento para dissipar o véu fetichista com que os atuais teóricos do neoliberalismo e da "pós-modernidade" pretendem encobrir as novas e dramáticas contradições do capitalismo "globalizado".
Clique aqui para fazer o download


A Morte de Ivan Ilitch: Senhores e Servos
Leon Tostoi

Em agosto de 1883, duas semanas antes de falecer, o escritor russo Ivan Turguêniev escreveu a Tolstói - "Faz muito tempo que não lhe escrevo porque tenho estado e estou, literalmente, em meu leito de morte. Na realidade, escrevo apenas para lhe dizer que me sinto muito feliz por ter sido seu contemporâneo, e também para expressar-lhe minha última e mais sincera súplica. Meu amigo, volte para a literatura!". O pedido de Turguêniev alude ao fato de que Tolstói havia então abandonado a arte e renegado toda sua obra pregressa para se dedicar à vida espiritual. Embora não se possa dizer com certeza em que medida as palavras de Turguêniev repercutiram em Tolstói, é certo que "A morte de Ivan Ilitch", publicada em 1886, foi a primeira obra literária que ele escreveu após seu retorno às letras - e que se trata de um dos textos mais impressionantes de todos os tempos. Considerada por Nabokov uma das obras máximas da literatura russa - e por muitos uma das mais perfeitas novelas já escritas -, "A morte de Ivan Ilitch" ganha nova edição em língua portuguesa, com tradução e posfácio de Boris Schnaiderman, e, em apêndice, texto de Paulo Rónai sobre o autor e sua obra.


Convite à Filosofia
Marilena Chauí

Sinopse: “Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão ís idéias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se buscar compreender a significação do mundo, da cultura, da história for útil; se conhecer o sentido das criações humanas nas artes, nas ciências e na política for útil; se dar a cada um de nós e a nossa sociedade os meios para serem conscientes de si e de suas ações numa prática que deseja a liberdade e a felicidade para todos for útil, então podemos dizer que a Filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.” (Marilena Chaui)
Clique aqui para fazer o download


Uma Nação de Idiotas (Stupid White Men)
Michael Moore

O crítico mais impiedoso da América de George W. Bush e vencedor do Oscar 2003 de melhor documentário - com discurso de protesto - Michael Moore faz uma sátira-provocação sem precedentes sobre os Estados Unidos. A obra trata das contravenções de colarinho branco, em particular a fraude que levou Bush - perdedor das últimas eleições à presidência. Campeão de vendas nos EUA, Moore usa o riso como arma e mostra porque vivemos tempos de ficção.
Clique aqui para fazer o download


Dicionário de Política
Norberto Bobbio

Este Dicionário de Política é destinado ao leitor não-especialista, ao homem culto, aos estudantes de segundo grau e nível superior, e a todos os que lêem revistas e jornais políticos, aos que ouvem conferências e discursos, aos que participam de comícios ou que assistem a debates na televisão, dirigidos por especialistas ou por políticos profissionais. Oferece uma explicação e uma interpretação simples e possivelmente exaustiva dos principais conceitos que fazem parte do universo do discurso político, expondo sua evolução histórica, analisando sua utilização atual e fazendo referência aos conceitos afins ou contrastivamente antitéticos, indicando autores e obras a eles diretamente ligados. São mais de 1.300 páginas, agrupadas em dois volumes para facilitar sua consulta, através de verbetes, ordenados alfabeticamente e esquematizados de modo a informar, conceituar e debater os principais aspectos de cada problema versado. Seus autores são cientistas políticos de conceito acadêmico reconhecido mundialmente e que contaram com a colaboração de uma equipe de especialistas em questões políticas, sociológicas, históricas, jurídicas e econômicas, oriundos das universidades de Turim, Florença, Bolonha, Pádua, Pavia e Roma. Há também colaboradores de Bonn, Massachusetts-Amherst e Ohio. OBS.: O último verbete acaba na letra V. O livro está completo.
Clique aqui para fazer o download


Distraídos Venceremos
Paulo Leminski

Distraído é quem não ler. Talvez seja a melhor coletânea de poesias do genial poeta curitibano já publicada (1983). Seus hai-kais (numa nítida influência de Dalton Trevisan) são simples, diretos e comoventes, o que contrasta com outras poesias incluídas neste livro, mais depressivas e melancólicas. Uma dessas foi proibida de sair num jornalzinho do grêmio estudantil do CEFET - PR, lá pelos idos de 1994, não é sem motivo, o título já é devastador: m**** e ouro. Típico de Leminski, direto, ácido, comovente e polêmico; detalhe: Leminski morreu em julho de 89, um mês antes de seu ídolo Raulzito Seixas. Isto é que é perder dois gênios numa paulada só!
Clique aqui para fazer o download


Utopia e Paixão: A Política do Cotidiano
Roberto Freire e Fausto Brito

Utopia e Paixão: A Política do Cotidiano, com várias edições esgotadas, é de autoria do psico-terapeuta Roberto Freire e de Fausto Brito. O conteúdo retrata a questão da liberdade como um dos elementos essenciais na escala de valores humanos. Os autores questionam o autoritarismo que permeia o conjunto das relações sociais. A família, as relações afetivas, a escola, os meios de comunicação de massa, o Estado, os partidos políticos que acabam presos às articulações políticas do Estado, o centralismo democrático e a despolitização das relações sociais são identificados como alicerces do autoritarismo. Os autores identificam posições idênticas da esquerda e da direita: ambas acabam acreditando na ordem imposta pelo Estado. Os autores contestam as esquerdas, referindo-se ao fato de optarem pela via autoritária para a libertação coletiva. Propõem a política revolucionária do cotidiano baseada na busca da liberdade associada ao prazer. Segundo o mesmo livro, fazer política revolucionária é algo que se dá em todas as áreas da vida: no acasalamento, no trabalho, na família etc. A obra revela que fazer política libertária significa basicamente destruir o conteúdo autoritário incorporado em todas as relações sociais.
Clique aqui para fazer o download


Obras Psicológicas Completas
Sigmund Freud

Sinopse: 01 - Publicações Pré-Psicanalíticas e Esboços Inéditos 02 - Estudos Sobre a Histeria03 - Primeiras Publicações Psicanalíticas04 - A Interpretação Dos Sonhos05 - A Interpretação dos Sonhos - Seg, Parte06 - Sobre a Psicopatologia da Vida Cotidiana07 - Um Caso de Histeria. Três Ensaios Sobre a Teoria da sexo, sexualidade e Outros Trabalhos08 - Os Chistes e Sua Relação Com o Inconsciente09 - “Gradiva” de Jensen e Outros Trabalhos10 - O Pequeno Hans e o Homem dos Ratos11 - Cinco Lições de Psicanálise, Leonardo da Vinci e Outros Trabalhos12 - O caso Schereber, Artigos Sobre Técnica e Outros Trabalhos13 - Totem e Tabu e Outros Trabalhos14 - A História do Movimento Psicanalítico, Artigos Sobre Metapsicologia e Outros Trabalhos15 - Conferências Introdutórias Sobre Psicanálise P1 e p216 - Conferências Introdutórias Sobre Psicanálise p.317 - História de Uma Neurose Infantil e Outros Trabalhos18 - Além do Princípio do Prazer, Psicologia de Grupo e Outros Trabalhos19 - O Ego e o ID e Outros Trabalhos20 - Um Estudo Autobiográfico, Inibições, Sintomas e Ansiedade, A Questão da Análise Leiga21 - O Futuro de Uma Ilusão, O Mal-Estar na Civilização e Outros Trabalhos22 - Novas Conferências Introdutórias Sobre Psicanálise e Outros Trabalhos23 - Moisés e o Monoteísmo, Esboço de Psicanálise
Clique aqui para fazer o download


Auto da Compadecida
Ariano Suassuna

Ariano Suassuna nos traz a simplicidade popular, sua religiosidade e seu cotidiano de forma poética e irônica, nesta peça que já virou seriado televisivo e longa metragem.
Clique aqui para fazer o download


O Homem e Seus Símbolos
Carl Gustav Jung

Inspirado por um sonho do autor e concluído apenas dez dias antes de sua morte, este livro constitui uma tentativa de expor os princípios fundamentais da análise junguiana para o leitor, sem qualquer obrigatoriedade de conhecimento especializado de psicologia.Em O homem e seus símbolos Jung acentua que o homem só se realiza através do conhecimento e aceitação do seu inconsciente conhecimento que ele adquire por intermédio dos sonhos e seus símbolos. Cada sonho é uma mensagem direta, pessoal e significativa enviada ao sonhador Uma comunicação que utiliza símbolos comuns a toda a humanidade, mas sempre de maneira individual. E que só alcança interpretação através de um "código" inteiramente particular.Enriquecido por mais de 500 ilustrações, este livro, que compreende seis capítulos escritos pelo próprio Jung e cinco de seus principais discípulos, é de importância capital para a compreensão de uma das obras mais fundamentais dos tempos modernos, pois, como afirmou seu autor: "... [O homem contemporâneo] não consegue perceber que, apesar de toda a sua racionalização e toda a sua eficiência, continua possuído por 'força' além do seu controle. Seus deuses e demônios absolutamente não desapareceram; têm apenas novos nomes. E conservam-no em contato íntimo com a inquietude, apreensões vagas, complicações psicológicas, uma insaciável necessidade de pílulas, álcool, fumo, alimento e, acima de tudo, com uma enorme coleção de neuroses."
Clique aqui para fazer o download


Formação Econômica do Brasil
Celso Monteiro Furtado

Este livro é um estudo original sobre o processo histórico de constituição da economia brasileira. Escrito na virada da década de cinqüenta, no calor da lutas sociais que culminariam com a campanha pelas reformas de base, ´Formação Econômica do Brasil´ indicava as raízes históricas de nosso subdesenvolvimento e punha a nu os obstáculos que bloqueavam a formação da economia nacional. As teses apresentadas tornaram-se referências obrigatórias nos debates sobre a história econômica.
Clique aqui para fazer o download


Budapeste
Chico Buarque de Holanda

Terceiro lugar da categoria Romance do Prêmio Jabuti 2004, Budapeste é caracterizado pela história de um ghost-writer. Alguém que escreve o que outras pessoas assinam, artigos para jornal, discursos de autoridades, autobiografias e, no ápice, poemas. Um autor anônimo, um brilhante autor anônimo. Chico Buarque já disse que sua ficção é conseqüência de sua música: "O ritmo, a cadência saem dela, embora não a temática. Mas há um Chico compositor, um Chico escritor. São o mesmo, são dois. E José Costa, do Rio, é o mesmo Zsoze Kósta, de Budapeste, dois homens que são um só e cuja realização artística se dá sob os nomes de quem assina seus textos. Enfim, um romance do "duplo" e de muita erudição -tão popular na literatura européia do século XIX e XX.
Clique aqui para fazer o download


A Filosofia Crítica de Kant
Gilles Deleuze

Gilles Deleuze situa-nos aqui no coração da «revolução copernicana» de Kant: a faculdade de conhecer como legisladora, a submissão necessária do objecto ao sujeito, o homem verdadeiro legislador da Natureza. Neste contexto, é importante o problema da relação entre as três faculdades ativas (imaginação, entendimento, razão), que é analisado nas três grandes Críticas.
Clique aqui para fazer o download




1 comentários:

Anônimo disse...

OLÁ, TENTEI FAZER DOWNLOAD DO DICIONÁRIO DE POLÍTICA DO NORBERTO BOBBIO, MAS DEU ERRO DUAS VEZES. sÓ FAZ DA LETRA A ATÉ A LETRA C. OBRIGADO E AGUARDO UMA SOLUÇÃO.

8 de Novembro de 2009 13h6min0s PST